Algo que propriamente não apareça fisicamente, embora cada um dos membros reais de um grupo “tome parte“ nele, em sentido platônico, é denominado, desde Aristóteles, como tipo de grupos.

O tipo é, pois, uma idealização. A idéia dos grupos, em sentido platônico. Neste trabalho, tomaremos como um Konstrukt.

O conceito de tipo, ao longo das EPIs, é empregado desde o início do século XIX, nas ciências humanas. Tem o objetivo de ordenar conceitualmente diferentes fenômenos. Em oposição aos conceitos “classes” ou “gêneros”, têm relação de correspondência com aquilo que abrange. Sua estrutura lógica foi formulada por C.G. Hempel e P. Oppenheim (Der Typus Begriff im Licht der neuen Logik. Wissenschaftstheoretische Untersuchungen zur Konstituitionsforschung und Psychologie, Leiden, 1936).

De acordo com o contexto pragmático da formação dos conceitos, identificamos “tipos extremos” e “medianos” que mostram cunhos dos signos relevante, relativos a determinado conjunto ou população de exemplares.

Hempel

Em sua história recente, a utilização em relações causais era discutível. Aparentava ser apropriado meramente à descrição de semelhanças. Como características de tipos teóricos, pragmaticamente disposto, Hempel e Oppenheim desenvolveram a extensão das conexões empíricas de signos característicos a outros.

Nesse sentido, tipos teóricos e pragmaticamente dispostos, tornam-se aptos ao desenvolvimento de leis empíricas. A partir deste pensamento, desenvolveram-se processos estatísticos utilizados em diversas disciplinas.

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