A. Rubinstein

F. Chopin

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O pianista A. Rubinstein insistia no fato de F. Chopin não ser romântico. Esta afirmação, naturalmente, causava certa estranheza. Acreditava, porém, que o compositor apenas utilizara a linguagem do romantismo. Fora, todavia, classicista.

Frequentemente, o modo como vemos tais músicos, constitui-se em romantização do romantismo.

Franz Liszt

J. Brahms

 

 

 

 

 

 

 

Estudando a prática e poiética de grandes pianistas e compositores românticos, como Franz Liszt e J. Brahms, observa-se seus modos metódico e sistemáticos. Ao mesmo tempo, inventivo, disciplinado, artístico e intenso.

Como discípulos dos clássicos, (por exemplo, L. van Beethoven fora aluno de Joseph Haydn e W. Amadeus Mozart), mantiveram componentes classicistas para a realização de grandes objetivos musicais românticos. Observa-se a orientação heurística.

O Livro de Gellrich

Este aspecto foi documentado por Martin Gellrich, em sua pesquisa sobre a pedagogia musical no século XVIII, publicada no livro Ueben mit Lis(z)t.

Entre vários sistemas e métodos, descreve a rotação da atenção, desenvolvido e aplicado por Franz Liszt, com muito sucesso.

J. Brahms fora um inventor de métodos. Seu objetivo era dominar toda passagem musical. Conta-se que ao ser perguntado sobre um bom processo para exercitar passagens difíceis, retrucara não poder responder, por não mais conhecer passagens difíceis.

Tais processos são praticas e poiéticas metódicas e pragmáticas. Funcionam como recursos e modelos para invenções cientificas. Ai, unem-se ciclicamente processos analíticos e sintéticos, em processo de interferência, como utilizado na Física. Foi desenvolvido na EPI-I como rotação de coordenadas para a Teoria do Brasil. Na EPI-II tornou-se tecnologia cognitiva.

Os clássicos procuravam clareza, ordem e realização, objetividade, razão, leis. Certamente eram influenciados pelo contemporâneo desenvolvimento da Ciência. Este modo de pensar já antevia a emancipação da metafísica.

Em contrapartida, os românticos prefeririam a irracionalidade, obscuridade, mistério. Sonhariam com irrestrita liberdade, e subjetividade. Amariam o distante, espiritual, metafísico, obscuro, onírico. Seriam individualistas exacerbados.

Em sua definição do Romantismo Schlegel sugere a emancipação de modelos da Antiguidade e do Classicismo. Todavia, entre os músicos românticos teve desenvolvimento integrativo particular.

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J. de Alencar

Lord Byron

W. Blake

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O movimento desenvolveu-se na Alemanha. O Sturm und Drang funda a identidade como nação. A Holanda praticamente não teve romantismo. Na Inglaterra desenvolve -se o chamado romantismo satânico de Blake, Byron, Shelley. Nos EUA, R.W.Emerson foi seu grande representante. Entre nós, J. de Alencar, Castro Alves, entre outros.

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Schlegel1790

Castro Alves

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O romantismo influencia ciências, filosofias, poetas, religiões, políticos e artes.

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R.W.Emerson

Os irmãos Grimm

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Visto sob os olhos de Rubinstein e Gellrich, os músicos do século XVIII constituem um tipo dispositivo clássico-romântico, cientifico-artistico. A desromantização dos românticos constitui rica fonte de recursos.

Pela aplicação da Sistemática Criatividade Heurística, a EPI II, pode ser transformado e utilizado em todo tipo de atividades. Neste trabalho, foram desenvolvidos e apresentados exemplos de aplicação de tais recursos.

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