EinsteinEinstein
Acreditava que o pensar que produz problemas, não pode produzir soluções correspondentes.

O modo do pensar que articular-se na produção de soluções
difere daquele que produziu o problema.

Esta assimetria explica-se pelo principio da Entropia.

O sistema da Própria Evidencia mostra a imensa quantidade de possibilidades de conexão de dimensões cognitivas. Calculamos, aproximadamente, 240.000 possibilidades.

Muitas delas são inviáveis, contraditórias, escravizantes. Ou, mesmo, danosas.
Não obstante, é possível conectá-las com operações, mais ou menos, coerentes.
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barra4.jpgA utilização livre do pensar explora esta imensidão. Produz prazer.
Certamente é produtiva em atividades livres.
E pode ter alto valor terapêutico.
Todavia, não é apto a  atividades heurísticas.
Por outro lado, contém perigos de intensidade insuspeitada.

Ao praticar este modo de pensar, meramente registramos os resultados. Não distinguimos o processo dos pensamentos que aparecem a consciência. Mais além, não diferenciamos operações viáveis, inviáveis, corretas, incorretas etc.

Se acrescentarmos o fato de objetivos serem constituídos pela configuração de sistemas de componentes das dimensões da Própria Evidencia, além do fato de terem imensa energia potencial (veja as formulas correspondentes na Teoria do Brasil), compreende-se as dimensões dos problemas produzidos por este modo de utilização do sistema cognitivo.

O principio da Entropia determina que apenas poucas possibilidades de conexão de componentes produzam a solução desejada.

Para cerca de 240.000 possibilidade apenas 3 ou 4 configurações são capazes de realizar este objetivo e resolver o problema. Pois, são invariavelmente funções de objetivos (Veja este aspecto detalhadamente na Teoria do Brasil).

Assim, a modalidade de utilização do pensar que produz problemas é caracterizada por grande número de possibilidade, disponibilidade e predileção.

Em contrapartida, o processo de solução trabalha com limitada disponibilidade, dentro das possibilidades das dimensões da Própria Evidencia.

Esta assimetria produz escravidão cognitiva, com sérias consequências na vida individual e social.

Reflete-se no modo de viver e utilização da Linguagem, formas artísticas e acontecimentos culturas.

Multiplicada gera problemas gigantescos. Aparentemente insolúveis.

Objetos, acontecimentos e ações apresentam esta estrutura inerentizada. Forma-se impedância, resistência a utilização que afaste-se deste padrão.

O resultado é análogo a um redemoinho. Atrai, domina e aprisiona tudo em seu raio de ação.

Compreende-se, assim, o desespero e desesperança ao ver-se confrontado com esta força “irracional“ e “absoluta“.

É necessário considerar problemas em outra dimensão, para produzir as soluções.

Utilizar um pensar totalmente alheio a problemática.

A Teoria do Brasil e, mais intensamente, o FIM DO CAOS, foram desenhados para conscientizar e oferecer ferramentas para não sucumbir diante do caos.

Todavia, entender, decifrar para utiliza-lo produtivamente.

Entender é uma forma de êxtase, produzido pelo prazer em descobrir coisas.

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veja titulos anteriores:
TB-Relações funcionais-Irracionalidade, Racionalidade e Experiência II (06/05/16)
TBRelações funcionais-Irracionalidade, Racionalidade e Experiência I (21/04/16)
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veja índice da Teoria do Brasil:
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Edson de Melo
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