O Objetivo Pessoal como Base
para a Transcendência
sem Transcender 

…………………………..(Parte I)

“O objetivo final da Systematic Enlightenment and Recivilization é propor um novo conceito e possibilidade de existência, através de uma serie de ações, cognitivas, verbais e prática-poiéticas”.

Isto opera revisões no processo civilizatório, com vantagens para o individuo e sociedade.

“O paradigma sob o qual a existência transcorre pode ser formulado como sistema de superposição de componentes.”

Assim, pode ser, igualmente, descrito em linguagem binaria (1 ou 0). É operado em matrizes particulares, como, por exemplo, Paul Dirac desenvolveu para os estados de partículas, ao nível atômico e subatômico.

“A longevidade, abrangência e estado de habituação deste paradigma nos aprisiona em definição conservativa e anacrônica de prática de vida e existência, com poucas possibilidades de renovação”.

Nossos hábitos cognitivos, verbais e prático-poiéticos, apresentam, frequentemente, anacronismos pré-relativísticos.

Como consequência, o ser e o estar, permanecem funções do passado distante. A atualidade, “o Agora”, determinado pela Ciência como espaço de aproximadamente três segundos, é determinado por este passado. Bem menos pelo futuro provável, possível ou predileto.

“A redefinição necessita grande esforço físico e intelectual, prático e teórico”.

  • Uma possibilidade está codificada nas formulas e pensamentos de Albert Einstein, Erwin Schrödinger e Werner Heisenberg.
  • Mais além, nas Leis de Conservação e Transformação de Energia, como foram empregadas por Carnot, R. Clausius, J. C. Maxwell, posteriormente, integradas ao conceito de informação.
  • Isto foi realizado nas maquinas de A. Turing, o inventor dos computadores, e na integração de energia e informação, proposta por C. Shannon, o pai da moderna telecomunicação.
  • Se juntarmos a isto o talento simplificador de Paul Dirac e Richard Feynman, uma das maiores inteligências do século XX, divisamos possibilidades estimulantes.

“Os conceitos propostos formam sistema de ferramentas, com codificadas informações para o transcender sem transcendência”.

Este objetivo central, todavia, necessita ser representado por objetivos parciais: Acessíveis, presentes e alcançáveis a cada dia, mais além, a cada momento.

“O termo inicial do SER instrui-nos sobre o caráter e probabilidades de aparecimentos de problemas, referentes a objetivos”.

Isto é possível pelo fato do objetivo ser relacionado ao lado livre do pensar. Sua energia potencial é imensa. Por outro lado, problemas podem assumir quaisquer formas de energia real.

Relacionam-se ao lado do pensar comprometido com as leis da Física que formam e determinam a realidade transsubjetiva do dia a dia.

“Por causa de sua estrutura interna, objetivos podem ter momento de magnitude praticamente ilimitada. Por isso, objetivos, excessivamente ambiciosos, incorrem em grandes problemas. Mais além, necessitam meios sofisticados e, muitas vezes, especificamente desenvolvidos, ou adaptados”.

Como as duas grandezas são virtuais, surge conceito particular de “momento”, ou impulso, que corresponde a “amplitude” do objetivo. E determina a “amplitude” dos problemas correlatos.

Edson de Melo
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