O FIM DO CAOS

Those swirls in the cream mixing into the coffee? That’s us. Ephemeral patterns of complexity, riding a wave of increasing entropy from simple beginnings to a simple end. We should enjoy the ride.” (Sean Carroll)

The history of the world is (none other than) the progress of the consciousness of freedom. (Hegel).

A imensa diversidade de pensamentos, opiniões e ações práticas, é   uma característica importante dos seres humanos.

Segundo Goethe a diversidade da natureza aparece nesta possibilidade e disponibilidade.

Preservar a originalidade de pensamentos e pareceres, ao mesmo tempo aumentando a probabilidade de consensos, é uma importante questão.

O problema central é o fato de toda ação aparecer como “verdadeira“ em função da correspondente configuração do nosso Quadro de Referências (QR).

Isto produz a “convicção“ (“Própria Evidencia“) que expressamos nas ações.

Quando configurações contradizem-se, operam a cisão entre universalidade e individualidade, com todas as suas consequências. Atritos, brigas, violência, até mesmo guerras.

Por outro lado, embora a quantidade de componentes transsubjetivos e intersubjetivos, que promovem consensos, exceda a quantidade de configurações do QR, parece não interferir, significativamente, na formação de opiniões e juízos.

A subjetividade tem sua razão de ser e operacionalidade na presença da transsubjetividade. Desenvolve-se em oposição, contestação e superação da ultima. E ganha sentido em um cenário de acontecimentos transsubjetivos.

Mais além, a transsubjetividade parece depender da subjetividade, como constatamos no Eferente-Aferente.

Sem a presença do ato de eferência a percepção de objetos e acontecimentos perde seu sentido. A pura percepção sem conceitos torna-se cega, como Kant notou.

Como então intensificar o pluralismo de opiniões criatividade, originalidade e liberdade individual, neste cenário, ao mesmo tempo produzindo maior probabilidades de consensos?

Este problema tornou-se mais acentuado através da Filosofia Pós-modernista.

Sob os impulsos de Friedrich Nietzsche e Martin Heidegger, desenvolvidos por Delleuze, Derrida, entre outros, contesta a ambição de universalidade da razão, proposta pelo Iluminismo, consolidada no Modernismo, a partir das descobertas de James Clerck Maxwell e Isaac Newton.

Atualmente, fala-se da Era Pós-verdade (the post-truth era), onde tudo move-se entre verdades e mentiras, ficção e realidade. Enganar outras pessoas torna-se um desafio, um jogo. Posteriormente um hábito.

Mais além, surge a “Post-truth politics“, uma cultura politica na qual as discussões são dominadas por emoções, muitas vezes desconectadas com os fatos.

A superação deste período de complexidade e desesperanças unificaria, incrementativamente, componentes de épocas marcantes da historia da civilização ocidental: Iluminismo, Romantismo, Modernismo e Pós-Modernismo.

No FIM DO CAOS propomos elementos para a resolução deste problema.

Seus objetivos são:

1– Identificar e descrever a configuração de QR correspondente as ações verbais, cognitivas e pratico-poiéticas atuais, integrantes de determinado acontecimento;

2– Produzir “equivalência“ ou aproximação de Próprias Evidencias;

3– Incrementar universalidade e singularidade reciprocamente.

A plena funcionalidade do sistema pode ser assegurada por sua formulação como software. Isto permitiria maior rapidez, invariância e sofisticação no processamento.

Na versão básica, o sistema funciona como software virtual, sendo nossa capacidade de pensar o processor.

Esta aplicação funciona como interface nas relações humanas, melhorando a qualidade de suas relações e sugerindo consensos, onde parecem impossíveis.

No mês de Dezembro escreveremos um Paper, em Inglês, (aproximadamente 15 paginas), relatando detalhadamente como o sistema funciona. Versão em Português será incluída no Blog.

Este sistema, aplicado as ações verbais, cognitivas e prático-poiéticas, em funções das 16 características básicas, revela os modos e hábitos cognitivos específicos dos brasileiros. E pode ser facilmente adaptado a outras nacionalidades ou naturalidades (os modos cognitivos específicos dos paulistas, pernambucanos, capixabas, etc.).

Responde questões complexas da problemática do pais. E oferece inúmeras alternativas para solução de problemas.

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Edson de Melo
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