O problema básico é o fato do Diálogo Interior ser um produto do acaso, não ter estrutura ou valor pragmático.

Aqui na Alemanha é típico que as pessoas pensem exageradamente, sem estrutura. E com vários pensamentos ao mesmo tempo.

Isto implica muitas vezes em tendência pessimista, até mesmo suicida. Por outro lado, gastos exagerados de energia que provocam constante sensação de cansaço… O cérebro consome muita energia ao pensar.

Mais além, o Dialogo Interior, como hábito, repete estruturas. E aprisiona, em modo especifico e predeterminado de pensar, nem sempre vantajoso.

Mathias Alexander que desenvolveu a famosa Alexander-Technik, muito utilizada na Europa, fala do “uso incorreto de si mesmo”.

Somos como um cantor que apenas aprendeu uma musica, mais ou menos ao acaso. E a repete incessantemente, acreditando ser adequada a todo evento.

O SER resolve dois problemas ao mesmo tempo. Ensina a tocar e cantar diversas canções.

Proporemos a aplicação de termos para reformar o Dialogo Interior. Torná-lo função diversificada de objetivos produtivos ao nosso bem estar e realização pessoal.

Proporemos planos simultâneos do Dialogo Interior, para a aprendizagem de atividade prática-poiética, por exemplo, um instrumento musical, ou idioma, para a Matemática, Física ou Filosofia, treinamento e desenvolvimento da criatividade.

Finalmente, dois planos relacionados as atividades diárias. Para a efetividade e segurança pessoal.

Por exemplo, ao sair as ruas, reduzir o Dialogo Interior ao mínimo,  ativando a observação dos acontecimentos, sob a Lógica da Abdução, utilizada por caçadores.

Este sistema, já testado com muito sucesso, pode reduzir a possibilidade de acidentes no trânsito. E, mesmo em caso de acidentes, reduz os danos.

O Dialogo Interior será diversificado, intensificado, reformulado e utilizado em intervalos periódicos.

Edson de Melo
outubro de 2014