Western civilization, stands by two great heritages

One is the scientific spirit of adventure — the adventure into the unknown, an unknown which must be recognized as being unknown in order to be explored; the demand that the unanswerable mysteries of the universe remain unanswered; the attitude that all is uncertain; to summarize it — the humility of the intellect.

The other great heritage is Christian ethics — the basis of action on love, the brotherhood of all men, the value of the individual — the humility of the spirit.

These two heritages are logically, thoroughly consistent. But logic is not all; one needs one’s heart to follow an idea.

So far, have we not drawn strength and comfort to maintain the one or the other of these consistent heritages in a way which attacks the values of the other? Is this unavoidable?

How can we draw inspiration to support these two pillars of western civilization so that they may stand together in full vigor, mutually unafraid? Is this not the central problem of our time?

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Tradução

As Duas Colunas Básicas da Civilização Ocidental

Estas palavras de Richard Feynman, uma das maiores inteligencias do seculo, resumem o sentido genérico do meu trabalho:

Eu procuro desafios intelectuais impossíveis.

Na ultima Pascoa ocorreu-me que poderia resolver a questão proposta pelo mesmo Richard Feynman. Que deu aulas no Brasil e gostava de tocar tambores em escolas de Samba.

Seria possível produzir equivalência de Frames of Reference, viabilizando a compreensão, e possível concórdia, entre todos os seres viventes?

Isto seria um passo e base teórica consistente para iniciar um processo de superação do estagio de discórdia, conflitos e violência, que fazem a humanidade permanecer neste status primitivo de desenvolvimento ético e social, a despeito do grande desenvolvimento técnico cientifico, alcançado nos últimos cem anos.

Aplicado em acontecimentos de menor complexidade, na vida cotidiana, melhoraria, instantânea e sensivelmente, a qualidade da comunicação, com todas as suas consequências:

O fim, potencial, do caos das discussões, desentendimentos, com suas consequências terríveis: separações, violência, guerras.

Ao menos sensível melhora pela presença de ferramenta desenvolvida para produzir entendimento e harmonia.

Bem, nas ultimas semanas de trabalho intenso, desenvolvi um set de equações que  prometem resolver este problema.

São detalhadas e interdisciplinares, Música, Matemática, Física, Filosofia, Epistemologia, Logica, Historia.

Por isso exigem muito tempo e esforço para ser solucionadas. Bem, um trabalho como este, ou e silly ou badass, diria Leonardo Süsskind, criador da String-Theory, que gosta de tocar violão clássico.

Solucionei as equações duas vezes como teste. Os resultados animadores me deixaram fatigado.  Tenho a tênue esperança de torna-las mais efetivas e simples.

Há ainda um longo caminho a percorrer, até que o FIM DO CAOS possa realmente funcionar como Ferramenta para explicar os hábitos e comportamento cognitivos, verbais e kinestéticos dos brasileiros.

Proponho-me estudar cerca de mil casos, até a próxima Páscoa.

A felicidade é um estado constante em minha vida. No caso, experimento certa intensificação, talvez decisiva.

Richard Feyman contava que aos 23 anos  respondeu questões que o fizeram feliz, por toda vida. Mesmo nos muitos anos de enfermidade sua mulher Arlete, que ele conheceu ainda quando adolescente.

Igualmente o FIM DO CAOS teve sua primeira tentativa quando eu tinha 23 anos. Na época as “silly” respostas que alcancei fizeram-me feliz.

Ontem, olhando minhas formulas pensei: Poderão assegurar minha felicidade por período de tempo indeterminado.

Einstein falava que as coisas passavam, politicas, políticos. Todavia nossas formas são para a eternidade. Ou, ao menos, para um longo período de tempo.

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